APRESENTAÇÃO

Alerta quanto aos abusos na prática esotérica, mediúnica e religiosa!
Sou conhecido como Cigano Alexandre, sou esotérico, tarólogo, professor de tarô e baralho cigano, como sacerdote de culto afro amerindio brasileiro, minha Amada e Respeitada Umbanda, possuo a autorização espiritual para a leitura do oráculo, conhecido como jogo de búzios. Sou formado professor de Hata Yoga, Raja Yoga(meditação), Mitologia Africana e Indiana. Praticante de magia natural, cristaloterapia, radiestesista e radiônica. Atuando profissionalmente como consultor esotérico, voltado a orientação e direcionamento, com base no bom senso e objetividade, através das mensagens dos oráculos acima mencionados, visando o equilíbrio e reestruturação comportamental das pessoas que a mim recorrem em seus momentos de dúvidas e dificuldades. Respeitando as crenças e valores de cada individuo, simplesmente oferecendo novas perspectivas e diretrizes.
Consciente da responsabilidade, discrição e ética pertinentes a minha função de consultor esotérico, não ultrapassando limites necessários a execução que esta atividade requer. Separando a minha função profissional como consultor esotérico, da minha função como religioso, médium e sacerdote.
A prática mediúnica, quando bem conduzida, produz resultados eficientes e satisfatórios, auxiliando tanto o médium, no seu crescimento espiritual e moral como as pessoas a ele relacionadas!
A mediunidade não é um fenômeno novo, nem exclusivo de religião alguma, sempre ocorreu ao longo da história da humanidade. Os chamados profetas, pitonisas, xamãs, feiticeiros, bruxas, curandeiros, oráculos, todos estes nomes, eram usados para chamar os médiuns dos tempos antigos, foi através da mediunidade que os livros sagrados de várias culturas foram redigidos. A mediunidade ajudou a descobrir vários remédios naturais no mundo antigo, seu uso e funções, além de promover o direcionamento daqueles povos para que houvesse o crescimento moral em conjunto com os demais aprendizados necessários a sobrevivência física!
Todas as aldeias, e povoados tinham os seus médiuns, muitas vezes chamados de profetas, feiticeiros e magos, homens e mulheres que possuíam a mediunidade ostensiva e aflorada, e utilizavam-se das energias magnéticas, espirituais e da natureza para trazerem alívio ao sofrimento daqueles que iam em sua procura, transmitindo mensagens e conselhos da espiritualidade, para um melhor direcionamento do individuo frente a sua missão material e como espírito em evolução.
As pessoas se sentem gratas aos médiuns verdadeiros e esta gratidão se manifestava e se manifesta em formas de presentes, antigamente coisas simples como frutos das colheitas, animais domésticos, roupas, doces, etc…. com o passar dos séculos… dinheiro!
Ai começou o problema…
Como consultor esotérico e sacerdote umbandista eu observo isso constantemente, sacerdotes umbandistas, e pessoas que trabalham com os oráculos cobrarem por trabalhos. Cobrar um jogo de búzios, um jogo de tarô ou baralho cigano, é viável por ser uma técnica, um estudo que você faz dos símbolos ali contidos e a pessoa paga pelo conhecimento, o consultor esotérico tem que estudar para poder decifrar a simbologia ali contida e transmitir da melhor maneira possível ao consulente.
Como sacerdote umbandista, eu não posso cobrar nada, pois a umbanda prega a caridade, e é uma atividade religiosa! Como consultor esotérico eu posso cobrar os jogos, mas não posso cobrar o ensinamento de uma simpatia, ou magia, nem posso cobrar por uma oração ou trabalho espiritual!
Existe uma linha sutil, onde acaba o trabalho do interprete dos símbolos, e começa a parte mediúnica e espiritual.
Esta linha ténue não é respeitada pela maioria das pessoas, elas a ultrapassam constantemente, abusando da mediunidade, e corrompendo o profissionalismo de interprete oracular, e muitas vezes religioso. Por exemplo, uma pessoa procura meus serviços porque esta desesperada com algum tema conflitante em sua vida, eu observo e analiso o que os oráculos orientam e transmito a pessoa as atitudes que são necessárias para melhor conduzir o tema em pauta, acabou ai o meu trabalho como consultor, posso ensinar uma oração ou magia para harmonizar e equilibrar a pessoa, amenizando a sua dificuldade, a partir deste momento estou no terreno da espiritualidade, e não posso receber por isso!
Como sacerdote umbandista, não existe tal linha ténue, pois não posso cobrar nunca pelos meus serviços ou pelos serviços prestados pelos espíritos que agem através da minha pessoa!
Infelizmente não é o que tenho observado acontecer!
Não posso falar das outras religiões, cada religião tem suas normas e regras, por este motivo, não me cabe julgar, muito menos fazer críticas, cada pessoa é livre para fazer as suas escolhas religiosas e filosóficas.
Mas posso falar de Umbanda e posso defender o nome da nossa querida e sagrada Umbanda, que ultimamente vem sendo cada vez mais difamada e denegrida não só por evangélicos e outras religiões, mas o que é pior, por pessoas que se dizem umbandistas!
Então vemos Umbandistas, cobrando “chão”, cobrando “bori”, cobrando “deitadas” , “trabalhos”, e até passes, num absurdo, numa afronta a espiritualidade Umbandista, e muitas pessoas que se dirigem a um destes chamados templos de umbanda, o que obviamente não são, e pensam que Umbanda é isso, um comércio, uma podridão de gente safada, abusando da dor e do sofrimento alheio!
Isso não é Umbanda! Isso é abuso da mediunidade e com certeza, essas pessoas aproveitadoras vão pagar karmicamente por estes atos horrendos!
Pessoas que matam animais, que fazem sacrifícios de sangue, e dizem estar praticando Umbanda!!! Nunca!!! Isso não é Umbanda jamais!
Cada vez eu fico mais decepcionado em saber o que ocorre em vários templos chamados de umbanda, coisas que ocorrem as escondidas, na calada da noite, nos grupinhos fechados, dos chamados “mais preparados”
Abuso da mediunidade! Uso indevido do nome Umbanda!!!
Fujam destes lugares, se afastem destas pessoas sem caráter, que ainda se dizem “pais e mães de santo” e que cobram para ajudar os seus filhos. Que pai, que mãe são esses, que o dinheiro vem na frente?
Que espiritualidade é essa que mata animais inocentes e muitas vezes com requintes de crueldade? Não acredito em inferno, acredito em regiões espirituais inferiores, mas se acredita-se em inferno, desejo que todos que praticam estas coisas vão para lá!
Pais e Mães de Santo, que infundem o medo e o temor em seus pobres filhos, pais e mães de santo, que humilham e abusam da credulidade e da fragilidade daqueles que recorrem a eles pedindo auxilio e alívio, pais de santo que abusam até intimamente das suas “filhas” , Pais de Santo que querem mandar nos Orixás, que humilham até mesmo os Guias dos seus médiuns!
Desejo a todos esses que a mão pesada de Obá Babá Exú , cobre o preço por essas atitudes infames, obscenas e desonestas!
Axé, Mojubá ! Obá Babá Exú!
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